A comunicação como semiogênese: do díspar ao signo
Revista Trilhos, Oct 19, 2020
O artigo objetiva compor o pensamento de Gilbert Simondon com o de Gilles Deleuze, especialmente ... more O artigo objetiva compor o pensamento de Gilbert Simondon com o de Gilles Deleuze, especialmente naquilo que concerne à concepção dos autores franceses acerca da comunicação e do signo em séries divergentes e paralelas. A primeira série apresenta as bases da teoria simondoniana da individuação e da transdução-em nossa visão, essencialmente comunicativas-para a investigar como a ontogênese simondoniana poderia vir a se constituir também em uma semiogênese. A segunda série, de inspiração deleuzeana, visa investigar de que forma o signo, paradoxalmente produtor e produto do processo de individuação, constitui-se em elemento capaz de produzir encontros entre divergentes num processo comunicacional que tem por base as figuras do conflito e do díspar. Assim, advogamos uma concepção de comunicação semiótica cujos contornos não se reduzem nem ao realismo objetivo nem às instâncias da subjetividade, uma concepção de comunicação transindividual, perspectivista e transdutiva.
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Papers by André Araujo
trata a concepção maquínica do texto literário. Em seguida,
apontamos o caráter peculiar de certa ficção científica
contemporânea e seu potencial em fazer-nos vislumbrar outros
modos de existência. Finalmente, nos focamos na produção
literária de alguns autores estado-unidenses, em sua maioria ainda
vivos, e analisamos suas contribuições para, a partir de sua escrita,
refazer aquilo que tomamos como dado.
no pensamento de Roland Barthes. A partir da ideia de “desmontagem
e arranjo” dos objetos empíricos, o texto procura desnaturalizar a
noção de obra fechada observável em certos estudos de comunicação.